Perfil-Mansueto Almeida

Foto MansuetoMansueto Facundo de Almeida Jr é  formado em economia pela Univ. Federal do Ceará, Mestre em Economia pela Universidade de São Paulo (USP) e cursou Doutorado em Políticas Públicas no MIT, Cambridge (USA), mas não defendeu a tese. É Técnico de Planejamento e Pesquisa do IPEA, tendo assumido os seguintes cargos em Brasília: coordenador-geral de Política Monetária e Financeira na Secretaria de Política Econômica no Min. da Fazenda (1995-1997), assessor da Comissão de Desenvolvimento Regional e de Turismo do Senado Federal (2005-2006) e Assessor Econômico do Senador Tasso Jereissati. É funcionário de carreira do IPEA em Brasília, mas a partir de junho de 2014 passou a gozar de licença sem vencimento do instituto, interrompida, em maio de 2016, quando voltou ao IPEA e foi cedido para assumir o cargo de Secretário de Acompanhamento Econômico da Secretaria de Acompanhamento Econômica (SEAE) do Ministério da Fazenda em Brasília.

122 pensamentos sobre “Perfil-Mansueto Almeida

  1. Prezado Mansueto, boa noite.

    antes de tudo, parabenizo-o pela iniciativa de propor um debate público de qualidade sobre temas econômicos.
    Obtive no site Brasil Debate o seguinte artigo, de autoria do Prof. Bielschwosky:

    http://brasildebate.com.br/o-modelo-de-desenvolvimento-proposto-por-lula-e-dilma/

    Parece-me que o texto padece de problemas analíticos significativos e, dada a fonte, reflete a perspectiva de eventuais responsáveis pela política econômica num segundo governo Dilma. Gostaria de ouvir sua opinião.

    Atenciosamente

  2. Olá Mansueto.

    Gostei muito do debate promovido pelo PSDB entre vocês economistas, mas me persistiu uma dúvida.

    Vocês bateram muito na tecla de que o governo atual mudou a política econômica a partir de 2009 (a “nova matriz”) e que isso foi a causa dos nosso males econômicos atuais. Mas, visto que o governo diz que essa mudança de postura foi tomada para combater a crise de 2008 – e que vocês a consideram como uma medida equivocada – , qual teria sido a política econômica correta para enfrentar a crise? Ou será que o próprio modelo vigente na época seria capaz de tal feito? E, nesse caso, por que?

    Aguardo a resposta.

    • Mas não criticamos o que foi feito em 2009, mas sim depois desse ano. Em 2010 e depois o governo continuou fazendo o mesmo que fez em 2009, quando não tínhamos mais uma crise de crédito. O que nos parece é que utilizaram a justificativa de 2009 para introduzir uma mudança permanente na política e não uma política anticíclica restrita a 2009.

  3. Olá Mansueto, gostaria apenas de esclarecer uma dúvida.
    Em um artigo recente aqui no blog, sobre o PT de antes que queria a ajuda de Armínio Fraga, você diz que uma das reformas neoliberais do primeiro governo Lula foi o bolsa familia, um programa de distribuição de renda direta.
    Perdoe a minha ignorância de leigo, mas isso seria realmente um programa de caráter neoliberal? Nada contra o programa – acho ele muito benéfico – mas essa ação do Estado de intervir não seria uma ação de caráter keynesiano?

    Agradeço desde já a paciência, mas é que essa parte mais tecnica as vezes foge um pouco do senso comum a que estou acostumado.
    Aguardo a resposta.

    • Embora não sendo o Mansueto, creio que possa esclarecer esse ponto. O maior mérito do Bolsa Família é ser um programa com foco. Quem recebe? Famílias com renda inferior a um determinado patamar e cujos filhos estão regularmente matriculados em escolas. Dessa forma, visa a atenuar a desigualdade no curto prazo enquanto auxilia a formação de habilidades individuais, desenvolvendo uma certa meritocracia, no longo prazo. Esses programas, com foco, estão no âmago das políticas sociais definidas pelo Banco Mundial. O projeto original do PT, no primeiro governo (2003-2006) era o Fome Zero, que fracassou… Apenas quando houve o fracasso do Fome Zero é que houve a ideia de aglutinar os programas do governo FHC (todos com focos bem definidos) e reagrupá-los sob o nome Bolsa Família. O maior mérito, ao juízo desse que escreve, foi ampliar o volume de recursos (sem o qual o foco seria ineficaz)

    • Diogo, ação intervencionista seria o Estado melhorar a vida de uma família miserável fornecendo os bens de que precisam, dizendo onde teriam que morar, que benefícios iriam receber, etc. O Bolsa família dá dinheiro e eles gastam como bem entendem, dinamizando a economia local e criando condições para se inserirem no mercado de consumo. Isso é uma abordagem liberal.

    • Acrescentando às outras respostas, certamente uma das inspirações do Bolsa Família foi o “imposto de renda negativo”, do economista liberal Milton Friedman, descrito no livro “Capitalismo e Liberdade”. Segundo a proposta de Friedman, deve ser focado diretamente nos mais pobres (e não indiretamente, subsidiando empregadores) e ser transferência direta de renda, para não distorcer o sistema de preços (ao contrário de propostas como o Fome Zero).

  4. Mansueto,
    parabéns pelo Blog. Acompanho diariamente.

    Gostaria de saber se você recomenda alguma fonte pública para pesquisa de Contas Públicas de Estados Brasileiros.
    Obs.: O portal da transparência nem sempre faz jus ao nome.

  5. Olá Mansueto! Estava em aula na pós graduação e o professor comentou que existe um parecer da procuradoria do Banco Central estabelecendo que, em se tratando de recursos públicos, o sigilo bancário não é aplicável.

    Tendo em vista a atual temática envolvendo o BNDES, acho o parecer muito pertinente. O pessoal do TCU já tomou conhecimento, agora é a vez da mídia especializada.

    O parecer pode ser obtido na página 267 do link abaixo:

    http://www.bcb.gov.br/pgbcb/122007/revista_pgbc_vol1_n1_dez2007.pdf

    Grande abraço!

    Jetro Coutinho

  6. Mansueto, você pretende lançar algum livro contendo essas análises de contas publicas? Ajudaria muito aos graduandos como eu! Poucos graduandos se interessam sobre contas publicas!

    Obrigada,

    Laura.

  7. Assistimos Sua participação no programa da Globo News, excelente sua participação, nos agregou muitas informações! Parabéns!
    João Lima Maringá-Pr. Eng. Agr. Mestrando em Agroecologia pela UEM.

  8. Fala-se muito em perda do nível de investimento. Se isto acontecer os fundos de investimento serão remarcados a mercado gerando perda aos investidores?

  9. Mansueto, parabéns pelas suas análises. Acho o alerta sobre as contas públicas, que vocês repetem há tanto tempo, de uma relevância imensurável para o debate econômico nacional.

    Tenho pequenas dúvidas sobre o texto “Ajuste inevitável”. Se puder responder alguma delas ficaria muito agradecido. Pode ser no meu email, caso prefira.

    (i) Na tabela do texto, para 2014, por exemplo, o total de gastos é de 20,1. Nas estatísticas do Tesouro, o valor está 18,7%. Por que a diferença? No INSS, por exemplo, a despesa em 2014 pelo Tesouro foi de 7,14% do PIB, enquanto na de vocês o valor está em 7,7. Essas pequenas diferenças acontecem em várias rubricas da tabela, em comparação com os dados do Tesouro.

    (ii) Ontem no Valor, na reportagem repercutindo o alerta de vocês, vi que o Marcos Mendes colocou que o gasto com educação já está em 9,3% do PIB (valor de 2014). Neste caso, se chegarmos a 10% do PIB em 2030, o ganho em pp somarão apenas 0,7 pp, e não 3,5 pp. Pode indicar de onde vem os valores de vocês?

    MInha pergunta é muito mais no sentido de aprendizagem do que questionamento, que fique claro. Quero aprender quais os ajustes que devem ser feitos em relação aos dados brutos que vem do STN.

    Se pude disponibilizar os cálculos, principalmente os relacionados ao INSS, também seria bastante útil.

    Obrigado, abs,
    Guilherme

    • Guilherme depois te escrevo com calma. Esse dado do valor de gasto com educação publicado pelo VALOR está errado. Brasil gasta com educação 6,5% do PIB. Talvez um ou dois países do mundo gastem 9,5% ou 10% do PIB com educação. Esse dado está errado.

  10. OIá Mansueto. Parabéns pelos seus comentários e entrevistas. Sempre muito esclarecedor. Exatamente por isso, como faço para ter acesso à sua entrevista, dada ao Carlos Alberto Sardemberg, na Rádio CBN, no último dia 11/09, após as 12h e 30. Foi uma entrevista FANTÁSTICA, e gostaria de compartilhá-la para alguns amigos meus. Muito obrigado.

  11. Mansueto parabéns pelo debate! Acabou com a raça daqueles malditos comunistas que estão acabando com nosso Brasil como se fosse os anjos da guarda dos pobres. É só ver como eles falam para ver que podem ser tudo menos bonzinhos… Governo não tem procuração de defensor dos pobres! Curiosidade: você le Olavo de Carvalho? Grande abraço!

    • Me refiro ao debate com o comunista Glauber e aquele comunistinha que não sei o nome!
      Uma sugestão: não exija “alto nivel de palavreados” nos debates… Eles te agrediram subliminarmente.. Pq vc não pode? Desmascare-os descrevendo o que fazem quando mabdan mensagens sublimibares!

  12. Mansueto, assisti a reportagem com a Renata Lo Prete, você, o Glauco Arbix, e o Cesar Benjamin, foram sensacionais, conseguiram evidenciar que o problema não é a Previdência 7% do PIB. A bolsa empresário e maior pois empresta do BNDS a juros subsidiados, e o Governo paga juros bancários que representam 8% do PIB, As bondade sociais excessiva e sem controle, etc. Poderiam ter abordado, o Mensalão, o Petrolão o Eletrolão, o Copão o Olimpião bem como Investimentos e construções inacabadas. Parabéns.Vou escrever mais no Facebook e no Twitter, vou sugerir que o público assista vidéo tape do Painel. Valerio Amichetti, “Manifesto dos Aposentados”.
    membro do Movimento Branco

  13. Mansueto, gostaria que você comentasse o novo programa do PMDB, publicado em 29/10/2015. Será que um partido com as características do PMDB pode assumer tal tipo de probrama?

  14. Bom dia Mansueto! No Valor de sexta (04/03) a Cláudia Safatle escreveu em sua coluna, a partir do estudo do Carlos Kawall do Banco Safra, que se o nosso BC substituísse as operações compromissadas por depósitos remunerados, a exemplo da contabilidade praticada por alguns BCs no mundo (entre eles o FED), o cálculo da dívida pública / PIB cairia dos atuais 67% para 50%. Teria ainda a conta única do Tesouro Nacional, com saldo atual de R$ 1,076 trilhão, que serviria não só como colchão em momentos de estresse do mercado, mas também como importante fonte de recursos para pagamento eventual de parcela da dívida (se compreendi corretamente). Será que você poderia escrever um post sobre este assunto e seus reais impactos na dívida bruta do governo geral? A conclusão do estudo é correta ou poderia ser interpretada como manipulação do indicador de solvência do país? Forte abraço, Emanuel Sandes.

    • Muito grave. Depois comento isso. Hoje temos 1/3 da proporção de velhos que o Japao e gastamos com previdência tanto quanto eles. Imagine daqui a 30 anos quando teremos o mesmo percentual que hoje tem o Japão de pessoas com mais de 65 anos em relação as pessoas em idade ativa? Se não fizermos nada nosso gasto com previdência em 30 anos será proximo a 20% do PIB – nenhum pais do mundo gasta isso com previdência. Teremos que fazer um ajuste com um pedido de transição que pode ser longo ou curto. Mas teremos que fazer uma reforma da previdência.

      • É verdade porém temos 500 bilhões de juros pagos ao capital financeiro e 500 bilhões sonegados pelas multinacionais. Uma reforma tributária que seja progressiva e ainda tribute as grandes fortunas é o caminho mais racional que uma reforma da previdencia que só terá algum resultado a longo prazo, duvido que essa política fiscal seja aprovada naquele congresso sem credibilidade.

  15. Mansueto, parabéns pelo blog. Aprendo muito com ele.
    Estou aqui num esforço para tentar descobrir para onde (quais estados) vão os gastos federais. Não é difícil identificar os destinos das transferências.
    Pelo SIAFI, consigo acessar a chamada “Despesa Regionalizada”, mas a maior fatia dessas despesas são direcionadas para a UF “Nacioanal”, rs.
    Você, que é um profundo conhecedor das contas públicas, sabe se o SIAFI ou o Tesouro possuem (e publicam) estatísticas de gastos federais por destino?
    Agradeço,

  16. Prezado Mansueto,
    Esta série de 8 artigos é realmente fantástica. Com algum esforço podemos aprender muito sobre o que se passou no governo. Agradeço muito o esforço.
    Entretanto, para compreensão da maioria da população, essa série de artigos é muito complexa. Explico.
    Um dos principais argumentos dos que defendem o governo Dilma está neste vídeo abaixo. É esse tipo de argumento que faz com que a grande maioria da população acredite em golpe. Então, é necessário que se desconstrua esse vídeo, com outro do mesmo nível de linguagem. Caso contrário, para qualquer um fica difícil convencer que as pedaladas ocorreram e que hoje pagamos as consequências delas.

    Fica a dica.

  17. Caro Mansueto, parece haver algo errado com o link que eu vejo no meu navegador e o que ocorre quando posto em sua pagina. O video pode ser visto na pagina do facebook do TCU de 2015, comentário de Antonio Oliva Teles abaixo da apresentação do Relatório de Augusto Nardes. Post de 7 de outubro de 2015.
    Peço que, se possível, apague estes outros videos que tentei postar acima.
    Obrigado,

  18. Mansueto, boa tarde. Você encerrou os comentários sobre o Post “Arte moderna” ( sobre o quadro azul). Por isso, comento aqui. Penso que os 58 minutos deste video serão muito interessantes. É um comentário do Filósofo inglês Roger Scruton sobre arte moderna. Isso tem impacto na vida prática. Não são devaneios ou elucubrações. Mas é relegado por não parecer urgente. Abraços. Eduardo.

    https://gloria.tv/media/LNRkK4VEmcT

  19. Mansueto,

    Do que leio por aí, dois problemas parece que afligem nossa economia: crise fiscal e recessão. A primeira, consequência do descontrole das contas públicas, do endividamento além do razoável, das pedaladas. O segundo, fruto da retração dos empresários, empreendedores e investidores.

    As duas coisas são apresentadas como duas faces da mesma crise, um pacote só.

    A relação causal pode ser óbvia para um economista, mas para um leigo não é nada claro. Afinal, como podem os cofres vazios do governo federal afetar de tal maneira a propensão do setor privado a produzir e investir? Acredito que relação exista, mas o mecanismo não é nada evidente.

    Googlando por ai na busca de respostas achei algumas coisas, mas sempre me angustia não ter conhecimento suficiente para distinguir com razoável certeza o que é joio e o que é trigo.

    Um artigo, por exemplo, que achei bem interessante:
    http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=1943

    Que tal?

  20. Caro Mansueto,

    Não sou economista, mas com 56 anos, algum estudo sobre a matéria, muita leitura e, uma profunda sensação de “deja vu” gostaria de lhe fazer uma pergunta.
    Mas antes contextualizo.
    Acabei de assistir à sua participação no programa Painél e, mais uma vez me surpreendi(e me assustei), com uma afirmação. A de que o rombo fiscal se encontra na casa dos 140Bi, mas o rombo do juros pode elevar esse número para estratosféricos 600Bi. Se não me enganei com os números, me parece que lutar contra o lado fiscal é empreender uma guerra gigante para tentar resolver 1/4 do problema. Lembro que, segundo a mídia, ao final de 2015 o Brasil precisaria de aproximadamente 400Bi para tal finalidade.

    Pois bem, tenho lido alguns artigos muito interessantes de economistas, tais como Krugman, Stiglitz, Rodrick, Hausman que, dentre outros, de forma simplificada, afirmam enfaticamente que a manutenção de juros altos, como antídoto para a inflação, tem se mostrado remédio ineficaz. Insistem que é de efeito paliativo, quase um placebo, quando comparado com outras iniciativas. Mais, que embora haja, no curto prazo algum alívio para o paciente, o vírus inflacionário se adapta e passa a se fortalecer e fazer uso da droga, em seu benefício. Claro que sei que medida unitária é, por si, ineficaz. Há que se fazer um tratamento que ataque o mal de diversas formas.
    Contudo e, aqui vai minha indagação e, talvez, indignação. Qual o motivo para se perpetuar essa política de juros altos, tão altos e por tanto tempo? Visto que, é notória sua ineficácia, naquilo que se alardeia ser sua vantagem. E, mormente, quando se observa a continuada e colossal transferência de poupança pública para o setor bancário, em detrimento do setor produtivo. Que, em última análise(me corrija, se errado estiver!), seria o que poderia reequilibrar o cenário, pelo aumento de produção/competição, etc.

    Caro professor, disse que ia fazer uma indagação e acabo por fazer três.
    Mas, como são questões contíguas, me pareceram oportunas.

    Desde já fico grato por sua consideração e reitero minha admiração por suas posições sempre firmes e claras a respeito da economia de nosso país.
    Atenciosamente,
    Eduardo

    • Caro Eduardo,
      Excelente abordagem a sua, datada de 02-Maio-2016, a respeito da manutenção dos juros em patamares estratosféricos. Esta é uma dúvida que também me ocorre com frequência.
      Minha consideração é se o conceito de Stagflação, que, teoricamente, justificaria os juros altos inseridos em um cenário de recessão, não estaria, na realidade, justificando as margens, beirando o imoral, demonstradas pelos bancos em seus balanços.
      Este é um assunto para o qual gostaria da intervenção do Prof. Mansueto.
      Atenciosamente,
      Ricardo Campos

      • Primeiro parabenizo o Professor pela Secretaria e desejo boa sorte na empreitada!!
        Caro Ricardo Campos. Alguns conceitos são sistematicamente colocados como “bons” para o Brasil Juros altos, Dolar alto, entre outros. Contudo, quando desviamos o olhar para fora, no contexto mundial, começamos a observar que outros países parecem insistir em não usar estas “boas ferramentas” em suas economias. E, salvo eu esteja cometendo um grande equívoco, somos nós que mergulhamos um triplo carpado, na inflação e na recessão.
        Volto com a metáfora do paciente. As injeções de juros altos e Dolar alto doem muito. Mas o paciente não está melhorando. Ao contrário, se continuar assim, vai para a UTI rapidinho.

        Não seria interessante mudar a prescrição? Chega de dor! Que tal uma pastilha de juros baixos, somado a uns comprimidos de Dolar barato pra atrair o interesse do empresariado em buscar recursos, em modernizar o parque industrial, novas máquinas, expansões? Incentivando o setor produtivo e a produtividade? A exportação teria os meios para se livrar da tradição de ineficiência de produção, onde seus lucros não vem de seus produtos, mas sim no câmbio. Rompendo com a prática da “socialização dos problemas”, iniciada lá nos Barões e nunca abordada seriamente e combatida.
        E, sim, com 600Bi/ano dos cofres públicos irrigando o setor financeiro a 14%, sem disputa sem ter que achar cliente, tem proporcionado margens e lucros aos bancos que, de longe e já vai tempo, ultrapassaram os limites da moralidade.

  21. Prezado Mansueto,

    Estou concluindo o curso de Economia aqui na Federal do Acre e o tema da minha monografia é sobre política fiscal, especialmente como a política fiscal tem sido preterida pela Politica Monetária e como os investimentos públicos são afetados por isso.
    Voce poderia, gentilmente, indicar algum material para propor um novo modelo de PF no país que ajude a economia a crescer sustentavelmente?

    Abs,

    Sou grande admirador.

  22. Ola,

    No artigo O Ajuste Inevitável, você bota que o gastos com previdência é o equivalente a 7,7% do PIB, em 2014.
    Isso leva em consideração a aposentadorias de funcionários públicos?
    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/10/1695317-sem-reforma-gastos-com-previdencia-vao-a-r-1-trilhao-em-2050.shtml
    Nesse link, fala em 12% considerando servidores públicos. Desse jeito estamos pior que a Grécia, que hoje representa 10% do PIB deles os gatos com previdência.

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