Por quê?

Um grupo de amigos esta cada vez mais preocupado com a qualidade do debate econômico no país. Muitas vezes, debates importantes para população não sua traduzidos de forma adequada para que qualquer pessoa possa participar.

É possível explicar os grandes debates na economia sem usar excessivamente o economês? Sim, é possível. Tenho tentando fazer isso há algum tempo, mas um grupo de economistas feras estão fazendo isso de uma forma muito mais profissional e didática. Eles criaram uma página na internet e começaram a produzir uma série de videos com o apoio da Bei Editora.

Eles criaram o Por quê? (www.porque.com.br), plataforma que explica com objetividade os principais conceitos da teoria econômica e os acontecimentos recentes. O projeto se propõe a “traduzir” o noticiário econômico para o público não especializado, procurando incentivá-lo a raciocinar de forma clara sobre os fatos.

Por quê? inclui textos, vídeos, áudios e tem em sua equipe economistas de peso:  Carlos Eduardo Gonçalves (professor da FEA-USP, atualmente no FMI); Irineu de Carvalho Filho (MIT e FMI); e Mauro Rodrigues (FEA-USP); além de convidados. Seus pilares são a isenção, a objetividade e o didatismo.

Eles têm também uma página no Facebook (facebook.com/porque.economia) e essa turma não está de brincadeira. Querem provocar o debate e querem  estimular que cada cidadão possa entender os grandes desafios da nossa economia.  Entrem na página deles na internet e no Facebook.  Escrevam, comentem e distribuam nas redes sociais.

Eu serei leitor assiduo do  Por quê? (www.porque.com.br) e aproveito a oportunidade para dar meus parabéns aos economistas por trás dessa inciativa e a Marisa M. Salles da Bei Editora. Abaixo reproduzo um dos vídeos deles sobre previdência. Está espetacular.

12 pensamentos sobre “Por quê?

  1. Meu caro Mansueto,
    Permito-me fazer uma sugestão para que vc faça um texto resposta aos diversos artigos/entrevistas que vêm circulando na internet sobre a questão do déficit da previdência, baseados na tese da Prof. Denise Gentil. Sou economista, com experiência de 35 anos de Depec/Bacen, e embora não tenha me especializado em finanças públicas como você, percebo as falácias dos argumentos da professora e acho que seria muito oportuno que você com toda sua penetração na mídia e nos meios acadêmicos/empresariais desse sua contribuição específica nesse debate. Grande abraço. Eduardo Pedro Paulilo

  2. Fantástico. Parabéns aos autores/editores. Aproveito para sugerir que você, que é um superespecialista em finanças públicas, faça um artigo desmascarando as falácias sobre a suposta inexistência de déficit da previdência contidas na tese da Prof. Denise Gentil, da UFRJ que vêm circulando nas redes sociais. Grande abraço.

  3. Mansueto, gostei mto do vídeo e tentei encamingar a eles uma sugestão, mas não consegui. Fiz o cadastro, porém meu texto não seguiu. Se vc concordar e puder, faça pf chegar a eles minha obs. Lá pelo minuto 8:10, o apresentador refere-se ao “dinheirinho lá que vem do governo para a aposentadoria”. Tv essa fala passe a ideia de que é o governo quem provê a providência e, não, que ele é o gestor de um fundo composto por recursos descontados dos trabalhadores e pela contribuição patronal privada e pública. E por ser o gestor, cabe ao governo efetuar a transferência relativa aos proventos dos aposentados. Obrigada.

  4. Caro Mansueto, admiro muito seu trabalho, que é de alto nível e necessário. Agora, o site indicado nada mais é do que um panfleto para leigos compartilharem, que está longe de ser isento. Fiquei decepcionado.

Os comentários estão desativados.