Quem errou?

Neste vídeo abaixo o ex-ministro Mantega fala do sucesso inequívoco que foi a desoneração da folha salarial, extamente o mesmo programa que o ministro da fazenda atual chamou de a “uma experiência meio grosseira”  é uma brincadeira que saiu muito cara – R$ 25 bilhões projetado para este ano.

Alguém erros nas contas. Minha aposta é que Mantega errou. No mais, achei estranho que empresas como a GE e a Embraer tenham declarado, como fala Mantega, que este programa foi essencial para a sua competitividade e plano de investimento no Brasil.

Assitam ao video que mostra como é confuso acreditar em um governo que a viabilidade de várias políticas públicas mudam em menos de 12 meses baseadas em avaliações completamente diferentes.

3 pensamentos sobre “Quem errou?

  1. Em 27/05/2014, após reunião de quase três horas com empresários, Dilma Rousseff anunciou que tornaria permanentes a desoneração da folha de pagamento de 56 setores da economia

    Dos 56 setores beneficiados, somente um decidiu não aderir ao sistema

    Os empresários também solicitaram mudanças no Refis, a manutenção do PSI, Reintegra e criação de um programa de renovação de bens de capital.

    Lista dos representantes que estiveram na reunião

    Eduardo Sanovicz – presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear);

    Daniel Pimentel Slaviero e Paulo Tonet Camargo – presidente e vice-presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert);

    Edmund Klotz – presidente da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia);

    Vicente Abate – presidente da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer);

    José Veloso Dias Cardoso – presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq);

    Paulo Henrique Fraccaro – presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e Laboratoriais (Abimo);

    Daniel Lutz – presidente da Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel);

    Humberto Barbato – presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee);

    Adilson Sigarini – vice-presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças);

    Fernando Pimentel – diretor-superintendente da Associação Brasileira da Indústria têxtil e de Confecção (Abit);

    Synésio Batista Da Costa – presidente da Associação Brasileira de Fabricantes de Brinquedos (Abrinq);

    Maria Célia Furtado – diretora da Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner);

    Antonio Carlos Kieling – diretor-superintendente da Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimento (Anfacer);

    Alberto Mayer – presidente da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip);

    Carlos Lindenberg Neto – presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ);

    Sérgio Paulo Gomes Gallindo e Laércio Cosentino – presidente e executivo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom);

    José Carlos Martins – vice-presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic);

    Paulo Gilberto Fernando Tigre – vice-presidente da Confederação Nacional das Indústrias (CNI);

    José Hélio Fernandes – diretor da Confederação Nacional de Transporte (CNT);

    Nelson de Abreu Pinto – presidente da Confederação Nacional de Turismo (CNTur);

    Mário Carlo Beni – Presidente da Universidade da CNTur;

    Lourival Kiçula – presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros);

    José Antonio Fernandes Martins – presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Ônibus (Fabus);

    Reginaldo Braga Arcuri – presidente da Farma Brasil;

    Alexandre Sampaio – presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA);

    Elizabeth de Carvalhaes – presidente-executivo da Indústria Brasileira da Árvore (Ibá);

    Flávio Rocha e Luiza Helena Trajano – presidente e vice-presidente do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV);

    Otávio Vieira da Cunha Filho – presidente-executivo da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU);

    Ariovaldo Santana da Rocha – presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval (Sinaval);

    Besaliel Botelho – presidente da Bosch do Brasil;

    Jackson Schneider – vice-Presidente Executivo de Negócio de Defesa e Segurança da Embraer;

    Gilberto Peralta – presidente da GE do Brasil.

    • Pois é, Paulo, quando percebe-se que o governo é fraco e não tem ideia pra onde vai, todo mundo vai lá tirar uma casca. É só mostrar o pires e levar o leite.
      O problema é que só consegue chegar junto e ser ouvido quem tem força, sejam empresários, sindicalistas ou outros políticos. Pessoa física não tem força e acaba pagando a conta de todos os outros.
      Parabéns, Mansueto, pelo blog e por não baixar a cabeça pra nenhum desenvolvimentista.

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