Debate sobre sobre Desafios do Brasil – Evento PMDB

Vocês querem assistir a um bom debate de macroeconomia comigo, o Secretário de Política Econômica, Márcio Holland e o economista e ex-secretário de política econômica Marcos Lisboa?

Agora é possível ver esse debate porque a Fundação Ulysses Guimarães, que nos convidou para o debate, disponibilizou no seu canal do You Tube a integra do debate que ocorreu em agosto deste ano (clique aqui).

O debate foi longo. Durou mais de quatro horas, mas foi animado. Entrem no link acima para ver todas as apresentações. Aqui coloco  a minha apresentação – que durou 35 minutos e a do Marcos Lisboa. No vídeo abaixo está a minha apresentação que termina no inicio do segundo vídeo e  segue com a apresentação do Marcos.

Quem tiver tempo, vale a pena assistir o debate (disponível nos outros vídeos) que foi caloroso. Mas quem não tiver tempo e puder assistir a minha palestra abaixo agradeço qualquer comentário.

Mansueto – Palestra parte 1

Mansueto – Parte 2 e Marcos Lisboa

9 pensamentos sobre “Debate sobre sobre Desafios do Brasil – Evento PMDB

  1. Depois deste excelente debate eu me decidi: vou me mudar para o Brasil do Márcio Holland. Nunca na história deste planeta se viu um país com tantas condições favoráveis.

  2. Muito bom o debate..infelizmente, como sempre no Brasil, um debate de surdos..o Secretário de Política Econômica não enfrenta e não responde o questionamentos feitos pelos dois expositores…

  3. Caro Mansueto

    Sua apresentação e de Marcos Lisboa foram muito boas, principalmente naquilo para o que não se está dando a necessária importância: transparência e avaliação dos resultados das políticas públicas de subsídios e/ou proteções. Você e Marcos foram bastante precisos e claros ao enfatizar e fundamentar com números e argumentos a urgência de solução para o que não fazemos no Brasil.

    Aos leitores, sugiro fortemente que assistam a íntegra dos debates. Sobretudo, as partes 6/9 e 7/9, nas quais Holland tenta contrapor-se aos questionamentos de Mansueto e Marcos.

    Chama atenção (final 6/9 e início 7/9) a resposta que Márcio Holland deu ao reiterado questionamento que vocês fizeram (no caso, um aparte do Marcos) sobre o uso do dinheiro público sem a devida contrapartida do executivo federal, isto é, vocês deixaram claro que transparência não é publicar números relativos aos subsídios. Mais importante é que a decisão de subsidiar quem, o que e quanto seja debatida no Congresso e esteja no orçamento, como vocês enfatizaram, e com a consequente e necessária avaliação dos resultados. E isso não se faz no Brasil.

    E foi exatamente aí que Márcio Holland acusou o golpe certeiro do aparte de Marcos Lisboa. Transcrevo a resposta de Holland (7/9 em 01:20): “[Você] está sugerindo: retire financiamento ao investimento no Brasil […]. Retire isso. Esta é a sugestão que está sendo colocada na mesa.”

    Tanto não era isso o que Marcos e você debatiam que, após este desesperado ataque retórico de Márcio Holland contra os argumentos de Marcos, o mediador do debate viu-se obrigado a corrigir o pequeno discípulo de Gorgias: “Desculpa, Márcio. Até eu que sou médico entendi que não é isso.”

    Acho que este foi o único pito, aliás merecido, passado a algum dos debatedores por mediadores na mesa. Holland teve de aceitar o puxão de orelha com um sorriso amarelo.

    Parabéns a vocês e ao PMBD pela iniciativa.

    • É exatamente isso Paulo. Eu e Marcos Lisboa falando de uma coisa e o Márcio com esse papo que somos contra o investimento. É impressionante como no Brasil algumas pessoas insistem em achar que não precisamos de avaliação – conhecer melhor o custo e benefício de vários programas do governo. Se não fizermos isso, o resultado será uma carga tributária ainda maior do que a atual.

      Obrigado por ter assistido ao debate. Eu gostei muito e foi um debate longo. Vou até mandar essa sua resposta para o Marcos Lisboa. Abs, Mansueto

  4. Muito bom o debate.

    É impressionante como a detorioração fiscal e da produtividade tem sido rápida.

    E o pior: o governo ainda fala em cumprir os R$73 bi do superávit primário. Fico me perguntando o que será que estão armando em termos de contabilidade criativa para conseguir tal milagre.

    É uma pena que fiquem sendo dados esses sinais contraditórios ao mercado. Fala-se em reduzir os gastos, depois aprova-se uma lei que gera mais despesa, depois fala-se em consertar a políitca fiscal e dias depois está tudo lindo com a política fiscal. Nem o Delfim tem mais paciência.

    E o pior é que o governo já zerou os recursos de fundos (RGR e CDE) que estavam bancando subsídios e indenizações para bancar a redução da conta de energia. Então será preciso mais dinheiro do Tesouro para cumprir com essas obrigações.

    Escrevi um pouco sobre, com um gráfico revelador, se itneressar.

    http://www.analiseenergia.blogspot.com.br/2013/11/tesouro-ja-banca-indenizacoes-eletricas.html

    Abs

  5. Mansueto, como sempre, realista.Divertido ver a cara de surpresa de alguns parlamentares. Parecia que estavam redescobrindo o Brasil, o Brasil real. Mansueto, se não for pedir muito seria bom disponibilizar o powerpoint para download. Abraço!

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