A reforma esquecida: orçamento, gestão pública e desenvolvimento

Livro FGVHá anos venho participando de debates na Escola de Administração Pública (EBAPE) e no Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), ambos da Fundação Getúlio Vargas (FGV) no Rio de Janeiro. Dos meus debates na EBAPE junto com o meu colega e ex-presidente do IPEA, Fernando Rezende, e com o professor Armando Cunha surgiu o desafio para estudarmos com mais cuidado problemas do orçamento no Brasil e do gasto público.  Os dois organizaram vários debates e depois de várias reuniões cada participante escreveu um texto que está reunido aqui neste livro lançado agora pela editora da FGV.

Eu escrevi um texto longo – o capítulo 3  com quase 100 páginas – no qual tento explicar toda a dinâmica do gasto público federal de 1991 até 2011, para uma pessoa que nunca estudou finanças públicas, mas quer entender o debate sobre o crescimento do gasto público federal. Assim se você não sabe absolutamente nada desse debate o meu capítulo pode ajudá-lo a participar do debate. E se você já participa do debate você vai saber um pouco mais dos detalhes do debate fiscal.

Assim, espero que alguns de vocês tenham a chance de ler o livro. E para eu não fazer propaganda enganosa, se você quiser saber o que abordo no meu capítulo para ver se eventualmente lhe interessa segue anexa a introdução do capítulo que escrevi (clique aqui). Quem tiver fôlego para ler espero que goste do livro e do meu capítulo: Estrutura do gasto público no Brasil: evolução histórica e desafios.

5 pensamentos sobre “A reforma esquecida: orçamento, gestão pública e desenvolvimento

    • Não. O acesso é restrito. Mas pelo SIGA Brasil do Senado Federal você consegue fazer quase todas as consultas relevantes que faria pelo SIAFI. Tem que escrever para eles e pedir senha de especialista.

  1. Prezado Mansueto,

    Adquiri o livro e realmente é brilhante. Todo político e todo gestor público deveria ser obrigado a lê-lo. Fiquei curioso em relação a uma questão colocada por você:
    “é discutível a tese de que o crescimento do gasto público no Brasil reflete um inchamento do Estado ou um descontrole do custeio.” Nos estados da federação que não tem a conta do INSS sua tese continua válida?

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